20 Julho 2009

Laios - Laboratoire d’anthropologie des institutions et des organisations sociales



Douze ans de recherches

Créé en 1995 comme Unité Propre de Recherche du CNRS, le Laios, Laboratoire d’Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales, aujourd’hui rattaché à l’IIAC (Institut Interdisciplinaire d’Anthropologie du Contemporain, UMR 8177), développe depuis plus de dix ans des travaux en anthropologie politique, engageant outre des anthropologues, des historiens et des sociologues.
Pouvoir, institutions, culture, citoyenneté sont au cœur des recherches que développe le laboratoire .
De l’Asie centrale à la Californie en passant par le Japon, les Balkans et l’Andalousie, en Guyane et à l’intérieur des institutions communautaires de Bruxelles comme à l’ONU, les chercheurs du Laios s’efforcent de saisir ce qui est aujourd’hui en jeu dans des processus qui affectent les espaces politiques et que l’on a trop vite fait de rassembler sous le terme de "mondialisation".

Institutions, cultures et pratiques transnationales
Reconstructions identitaires et enjeux territoriaux, nouvelles approches de la citoyenneté et de la démocratie, controverses qui agitent les organisations transnationales tant sur les questions des droits de l’homme que sur celles des biotechnologies, importance inédite du rôle des organisations non-gouvernementales et de la "société civile" en tant qu’acteurs du processus politique, constituent le point de départ d’investigations qui visent à mieux comprendre la reconfiguration du politique dans un contexte où les assises de l’état-nation se trouvent ébranlées par la montée en puissance d’entités plus larges ou, à l’inverse, par la fragmentation de l’espace identitaire et politique national.

Emotions, représentations, regards
Au sein de ce troisième axe de recherche, trois thématiques sont plus particulièrement explorées: La condition inhumaine, les droits de l’homme et la mémoire; Politiques de la ville, tourisme, esthétique; Lieux de musique et créations musiciennes; Pour une anthropologie visuelle.

Penser le Brésil au XXIème siècle
Pour le prochain programme quadriennal, le Centre de Recherche sur le Brésil contemporain (CRBC) rejoint le LAIOS, avec lequel il partage la plupart des thématiques de recherche qui seront développées par cette équipe. Les dynamiques sociales et culturelles à l’œuvre dans l’espace brésilien sont désormais soumises à une double contrainte : d’une part, le Brésil doit s’inscrire dans un espace international marqué par une intensification sans précédent des échanges économiques, culturels et politiques ; d’autre part, depuis la fin du régime militaire en 1985, les dirigeants n’ont cessé de prôner le combat contre la pauvreté et la fragilité des réseaux de solidarité, comme un moyen d’assurer l’accès effectif de la majorité de la population aux décisions politiques, à l’activité économique, à la science et à la culture.
Les thèmes de recherche développés
Tenant compte des acquis précédents des recherches menées par le CRBC, trois problématiques seront développées au sein de cet axe : réforme agraire et développement durable ; reconstructions identitaires : passé d’esclavage et fait religieux ; mobilités universitaires et circulation internationale des idées.

Contacts, transitions, territoires
Un ensemble de recherches menées au sein du LAIOS s’intéresse, selon plusieurs angles d’approches et objets, aux phénomènes de contacts et de transition, tant entre systèmes sociaux et politiques qu’en termes de conceptualisation. Il s’agit de saisir, dans une perspective à la fois synchronique et diachronique, les influences réciproques, les processus de réappropriation, de transformations ou de mise en circulation de notions, pratiques et représentations, en prenant notamment en compte les dimensions territoriales de ces processus.
Les thèmes de recherche développés
Au sein de ce premier axe de recherche, trois thématiques sont plus particulièrement analysées.
Patrimoines et territorialités ; Citoyenneté, identifications en situation post-coloniale ; Rapports et confrontations entre systèmes sociaux.

HENRI-PIERRE JEUDY

HENRI-PIERRE JEUDY é sociólogo do Centre National de la Recherche Scientifique — CNRS (Laboratório de Antropologia das Instituições e das Organizações Sociais — LAIOS) e professor de estética na Escola de Arquitetura de Paris-Villemin. Autor de obras sobre o pânico, o medo, a catástrofe, as memórias coletivas e os patrimônios, publicou entre outros Le Désir de catastrophe (Aubier, 1990), Éloge de l’arbitraire (PUF, 1993), L’Ironie de la communication (La Lettre volée, 1996), Sciences sociales et démocratie (Circé, 1997) e Le Corps et ses stéréotypes (Circé, 2001). Também é autor de obra romanesca: Les Sortilèges du gisant (Klincksieck, 1990) e Conte de la mère morte (La Lettre volée, 1997), e ainda de crônicas como Aligato (La Lettre volée, 1999).

Ciclo 'A França volta ao Petit Trianon': Henri-Pierre Jeudy, 22/07
Academia Brasileira de Letras - Rio de Janeiro.
Ciclo de Conferências "A França volta ao Petit Trianon"
22 de julho
10h - Fiction théorique Henti-Pierre Jeudy
Sociólogo do Centro Nacional de Pesquisa Científica, Laboratório de Antropologia das Instituições e das Organizações Sociais - LAOS

18 Julho 2009

Edgar Morin, Palestra na ABL/RJ: ‘O Pensamento do Sul’.



Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, 14 de Julho de 2009.

Edgar Morin, Palestra: ‘Pensamento do Sul’.

Saudações à Edgar Morin, por parte de Cícero Sandrone (Presidente da ABL) e Cândido Mendes,

Le Jour de Gloire est arrivé! 14 de julho, a queda da Bastilha!
... Edgar Morin nos ensina que não há desordem, o que existe é uma ordem maior que se constata e se organiza a partir da própria idéia deste sentido. Edgar Morin nos permitiu sair do compreender da linearidade para o multidimensional. E por ai ele chega a essa antecipação, nós devemos a ele, não só a noção da organização, mas a noção da complexidade; para compreender o que é de fato o nosso tempo. E dentro dela não é só a organização, não é só a auto-organização, é a retroação: é a antena dialética que lhe permite sempre entre a retroação e a recursão – algo de tão importante quanto romper as dialéticas lineares – nos dá o sentido de nosso tempo. Mais do que isso. Pude acompanhar essa trajetória e ver que ele é o único caso de quem saiu na frente, nos próprios EUA, a partir de San Diego e outros tantos laboratórios, em que o biológico se multiplicava, nos dar essa visão, esse entender de nosso tempo; e o fazer a partir de um sentido tão grande, do nosso cotidiano. Ainda essa semana mesmo vimos (no RJ) a retomada dos filmes documentários de Jean Rouch, mas a gente se esquece que Edgar Morin é também um grande autor de cinema, ele usou essa multidimensionalidade também e dentro dela, ele pode nos dar este sentido de onde brota o inesperado, no seu maior filão. Edgar Morin foi a sociologia das stars, foi a descoberta do fenômeno do cinema de massas. E foi também ‘(---)’, foi o que era de fato, o outro cotidiano a adoção da busca do novo em nosso tempo. Edgar Morin em todas essas colocações, mas sobretudo, nos dando algo, meu querido Presidente da ABL, que eu acho incomparável: - Me refiro, é claro, ao ‘discurso do método’! Eu não conheço contemporaneamente quem tenha associado a essas intuições, como a de Claude (---), ou como (---), a adoção do método, com os três volumes monumentais em que a descoberta vem ao lado da teoria para formular o discurso da pós-modernidade, neste mesmo século. Ao lado disso, não só a descoberta, não é só a sistematização da descoberta, mas é também a busca sempre dos valores fundamentais da interrogação humana. Quem falou da morte, como Edgar Morin? Quem foi as condições limite da existência na nossa contemporaneidade, como Edgar Morin? Quem foi a redescoberta do Pai, em tema realmente axial, como Edgar Morin pode fazer? Quem encontrou essas condições todas em que a interrogação da finitude aí está, aberta, nova, do que em Edgar – vamos ver hoje – no seu ‘Pensamento do Sul’? Ele pode nos apresentar quase que uma heurística, sim, uma heurística do nosso tempo. Cultura e civilização, propedêutica do que seja o mundo global, a partir do seu ‘Sept Savoirs’, que se transformaram no catecismo do século XXI, o que é trabalho também de uma pedagogia, em que ele chega ao ensino primário, ele chega ao ensino secundário, e está nos propondo uma revolução universitária, para que antes de qualquer conhecimento, sem conteúdo, interdisciplinar que seja, se possa saber o que é o saber, ou melhor, aquilo que Edgar tem a patente eterna, a retroação: ‘la complexité de la complexité’, o 'saber do saber do saber'; permitindo dentro da grande epistemologia do nosso tempo, a superação do nosso inimigo de toda hora que é o reificar do pensamento. Edgar Morin vai além de G. Lukács, nesse sentido. E pode nos permitir essa opção contínua e permanente da desconstrução, em que somos tão sonâmbulos, geralmente, quando a enunciamos. Ele nos dá o segredo contra..., nos dá a imunidade ideológica, por ai mesmo... e é uma bela tarefa que ele continua esta problematização: - a Esfinge está farta de Edgar Morin! Eu quero salientar é que de fato, dentro deste seu perguntar, ele nos permite, talvez, o que seja o mais importante disso tudo, essa retroação chegar ao verdadeiro singular, e dentro desse singular, plantar, no mundo do virtual, no mundo simulacro, o que seja a Edgar Morin: - a liberdade em nosso tempo!

15 Julho 2009

Ciclo 'A França volta ao Petit Trianon': Henri-Pierre Jeudy, 22/07


Sob coordenação geral do Presidente da Academia Brasileira de Letras Cícero Sandroni, acontecerá do dia 20 a 23 de julho, o Ciclo de Conferências "A França Volta ao Petit Trianon", homenageando o ano da França no Brasil.

A entrada será gratuita mediante inscrição prévia, que acontecerá do dia 13 a 17 de julho, no portal da Academia. Serão fornecidos certificados de frequência.

O evento terá tradução simultânea e transmissão ao vivo pelo portal da ABL.

Ciclo de Conferências "A França volta ao Petit Trianon"

20 de julho

10h - Versailles ou la Bastille: quelle France a nourri l'imaginaire brésilien
Didier Lamaison
Professor de Letras Clássicas, escritor e tradutor

11h20min - Où est la théorie critique?
Emmanuel Renault
Professor de Filosofia da universidade de Lyon

21 de julho

10h - Comment peut-on être francophone?
Xavier North
Professor, Delegado geral da língua francesa e das línguas da França do Ministério da Cultura e das Comunicações

11h20min - Le Français et le Portugais parmi les langues romanes
Henriette Walter
Professora emérita na Universidade Haute-Bretagne, Rennes, Diretora do Laboratório de Fonologia, escola Prática de Altos Estudos

22 de julho

10h - Fiction théorique
Henti-Pierre Jeudy
Sociólogo do Centro Nacional de Pesquisa Científica, Laboratório de Antropologia das Instituições e das Organizações Sociais - LAOS

11h20min - Le Brésil et le "modèle" français
Pierre Rivas
Professor emérito de Literatura Comparada na Universidade Paris X

23 de julho

10h - Perdition et découverte: presse el libraries d'origine Française
Jacqueline Penjon
Professora de Língua, literatura e Civilização Brasiliera na universidade Paris II

11h20min - L'Historie, representation du passé et mesure du temps
Roger Chartier
Diretor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, Paris, Professor de história cultural e história e leitura

Inscrições: Fazer a sua inscrição on-line.

E-book "Turismo cultural. Uma visão antropológica"


The e-book "Turismo cultural. Uma visão antropológica" (Xerardo Pereiro) (1,5 Mb), PASOS Edita colection nº2, is available free in www.pasosonline.org
El e-libro "Turismo cultural. Uma visão antropológica" (Xerardo Pereiro) (1,5 Mb), Colección PASOS Edita nº2, está disponible gratuitamente en www.pasosonline.org

Otrso e-libros disponibles // Other e-book availables

Margarita Barretto (junio, 2007). Número 1. Turismo y Cultura. (1,25 Mb)
Heredina Fernández Betancort (Ed.) (2008). Turismo, Patrimonio y Educación. Los museos como laboratorios de conocimientos y emociones. (2.23 Mb)
Iñaki Arrieta Urtizberea (Ed.) (2008). Participación ciudadana, patrimonio cultural y museos: entre la teoría y la praxis. (2.78 Mb)
Iñaki Arrieta Urtizberea (Ed.) (2007). Patrimonios culturales y museos: más allá de la Historia y del Arte. (1.98 Mb)
Iñaki Arrieta Urtizberea (Ed.) (2006). Museos, memoria y turismo. (1.03 Mb)
Varios autores (2009). II Jornadas Internacionales de Investigación en Turismo

http://www.pasosonline.org/

14 Julho 2009

EDGAR MORIN ESTEVE NA UFRJ


UFRJ ON LINE - 03/07/2009 - Edgar Morin na UFRJ
ALINE DURÃES - OLHAR VIRTUAL dmvi@reitoria.ufrj.br
O sociólogo e filósofo francês Edgar Morin esteve na UFRJ na última quinta-feira, dia 2. Por cerca de uma hora, o público, que lotou o auditório do prédio anexo do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da universidade, no Flamengo, assistiu à conferência:

“Para além do desenvolvimento: uma via possível?”.

Com uma visão transdisciplinar, Morin analisou o processo de globalização experimentado pelo mundo a partir dos anos 90. O sociólogo destacou que todos os aspectos globalizatórios estão interligados, mas que, por conta da visão fragmentada dos intelectuais, a mundialização não é compreendida em sua totalidade. “Estamos acostumados a lidar com conhecimentos separados. As categorias intelectuais não são capazes de fazer as conexões e de entender, a fundo, a realidade.”
Para o francês, a globalização encerra uma contradição dialética: possui processos que promovem, ao mesmo tempo, a união e a desagregação. Morin exemplifica apontando que, embora a sociedade ocidental experimente, cada vez mais, uma homogeneização cultural, existem movimentos, como os verificados em províncias da França, que optam por resgatar valores tradicionais como forma de resistir à massificação de gostos e costumes.
O intelectual pontuou também que o modelo ocidental de vida, encarado como o ideal, desembocou em crises. Uma delas é o que Morin chama de “crise do futuro”. Durante décadas, a ideia de progresso pressupunha a ascensão permanente das nações. O presente, marcado por incertezas, no entanto, desmente essa premissa. “As promessas de felicidade, de diminuição das desigualdades sociais não foram cumpridas e, por isso, provocam um mal-estar geral. Não se sabe onde estaremos amanhã. O presente é de angústias”, analisa Morin.
Além dessas, Edgar Morin enumerou outras crises inerentes ao capitalismo. Falou sobre o colapso das sociedades tradicionais e sobre as crises da religião e da política. Comentou a falência do humanismo e defendeu, ainda, um “humanismo planetário”, no qual a unidade e a diversidade humanas fossem respeitadas.
Morin explicou que todas essas crises representam, em última instância, um esgotamento do modelo de desenvolvimento capitalista, calcado apenas no crescimento econômico dos países. Para o sociólogo, o desenvolvimento mundial, para além das questões de Economia, deve ser pensado sob três novos prismas: o da ética, o da equidade e o da sustentabilidade.
Aos 87 anos, Morin afiança que a solução das crises, bem como o novo modelo de crescimento podem ser processados no atual. Otimista, diz: “Dentro das crises é que se gestam as metamorfoses da mudança.”

Um homem complexo

Edgar Morin nasceu em Paris, em 8 de julho de 1921. Graduou-se em História, Geografia e Direito e, atualmente, é professor emérito do Centre National de la Recherche Scientifique. Autor de livros como O homem e a morte, Ciência com consciência e A cabeça bem-feita, Morin se notabilizou por ser um dos principais estudiosos da Complexidade. Para o intelectual, as complexidades das sociedades contemporâneas só podem ser compreendidas se forem lançados sobre elas olhares multidisciplinares.

Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
E-mail: WEBMASTER

Edgar Morin no Museu do Índio

Em visita ao Brasil, o Prof. Edgar Morin, sociólogo e filósofo francês, esteve, ontem, no Museu do Índio, para encontro com o Presidente da FUNAI, Márcio Meira. Em pauta, questão indígena e Amazônia. Morin é considerado um dos pensadores mais importantes dos séculos XX e XXI.

http://www.museudoindio.org.br/template_01/default.asp?ID_S=29&ID_M=564

VI Seminário Nacional de Direitos Humanos abre com palestra de Edgar Morin, dia 21/06

Seminário Nacional de Direitos Humanos: “Nenhuma forma de violência vale a pena"
De 21 a 23 de Junho de 2009
Faça sua inscrição no site do evento: seminariodh.pol.org.br

DESTAQUE - A Conferência de Abertura, dia 21 de junho, será transmitida on line e terá como tema “Sobre Uma Nova Sociedade”, ministrada por Edgar Morin, pesquisador emérito do Centre Nacional de la Recherche Scientifique, França, é um dos mais importantes pesquisadores contemporâneos. Formado em História, Geografia e Direito, atua também em temas da Sociologia, Filosofia e Epistemologia.

21/06/2009
19h30 Conferência de Abertura: “Sobre Uma Nova Sociedade”. Edgar Morin
Pesquisador emérito do Centre Nacional de la Recherche Scientifique, França, é um dos mais importantes pesquisadores contemporâneos. Formado em História, Geografia e Direito, atua também em temas da Sociologia, Filosofia e Epistemologia.

http://www.crpsc.org.br/?open_pag&pid=341

13 Julho 2009

EDGAR MORIN NA ABL - RIO DE JANEIRO 2009


Escritor Edgar Morin em Conferência na ABL

Sob coordenação do Acadêmico Candido Mendes, será realizada, no dia 14 de julho, às 11h, na Sala José de Alencar, a Conferência "O pensamento do sul", com a presença do escritor, sociólogo, antropólogo, filósofo e historiador francês Edgar Morin. Cícero Sandroni, Presidente da ABL, fará parte da mesa.

"O Pensamento do Sul" terá entrada gratuita e transmissão ao vivo pelo portal da ABL.O evento terá tradução simultânea.

Escritor infatigável, Edgar Morin é autor de mais de 60 livros sobre temas que vão do cinema à filosofia, da política à psicologia, da etnologia à educação. Participou da resistência armada à ocupação nazista da França. Foi também um dos primeiros intelectuais a romper com o Partido Comunista Francês em nome da liberdade de espírito e da recusa do stalinismo. É diretor emérito do Centro Nacional de Pesquisa Científica, fundador do Centro de Estudos Transdisciplinares da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris.
Pesquisador emérito do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). Formado em Direito, História e Geografia, realizou estudos em Filosofia, Sociologia e Epistemologia. É considerado um dos principais pensadores sobre a complexidade. Autor de mais de trinta livros, entre eles: O método (6 volumes), Introdução ao pensamento complexo, Ciência com consciência e Os sete saberes necessários para a educação do futuro. Durante a Segunda Guerra Mundial, participou da Resistência Francesa. É considerado um dos pensadores mais importantes do século XX e XXI. Sua trajetória de vida é marcada por um firme posicionamento nas questões cruciais de seu tempo, o que se reflete em grande parte da sua produção intelectual. Morin é o idealizador de uma reforma do pensamento e da educação. Suas idéias expressam sua paixão pelo que chama de transdisciplinaridade e resumem-se em conceitos como a ecologia da ação, a identidade transcultural e a antropoética.
Entre seus livros, destacamos os seis volumes de O método (Sulina) e obra-primas da interpretação cultural, como As estrelas (José Olympio); O cinema e o homem imaginário (Relógio D’Água/Grande Plano); Cultura de massa no século XX (Forense Universitária).

13/7/2009

12 Julho 2009

Charles Darwin Comemora 200 anos!


Em 2009 comemoram-se 150 anos da publicação do livro A Origem das Espécies (1859), e 200 anos de nascimento de Charles Robert Darwin (1809-1892).
A Teoria da Evolução das Espécies, que trata do ‘mecanismo da evolução’ é uma das mais solidas proposições cientificas.

O Nascimento de uma Teoria
Em 10 de maio de 1837, sete meses após retornar de uma viagem de cinco anos ao redor do mundo no navio Beagle, Darwin inicia o primeiro caderno de anotações sobre a transmutação das espécies. Numa das páginas, ele esboça um esquema, após a expressão ‘eu penso’. Pela primeira vez sugere a diversificação dos seres vivos, marca um momento impar no processo cientifico.

O Pensamento Científico
O cerne do pensamento científico surgiu há cerca de 2,5 mil anos na antiga Grécia. Consolidou-se com a revolução cientifica dos séculos 16 e 17, dando origem a ciência moderna. A ciência baseia as explicações para os fenômenos naturais em fatos e processos da própria natureza.
Para a Ciência:
1. Os fatos são os dados do mundo, aquilo que percebemos por meio de nossos sentidos ou de aparelhos que ampliam esses sentidos;
2. As teorias são idéias que tentam explicar e interpretar os fatos. As teorias são modelos de como o mundo funciona. As teorias são as estruturas mais importantes em ciência, enquanto os fatos só se tornam importantes quando vistos dentro de um corpo teórico. As teorias dão sentido ao que vemos e nos permitem fazer observações objetivas sobre fenômenos naturais. Sem as teorias não conseguimos fazer perguntas em ciência, nem planejar experimentos ou interpretar os resultados científicos.

Historia e Filosofia da Ciência
As teorias cientificas não nascem prontas, com uma forma definitiva. O trabalho dos cientistas eh tentar aperfeiçoá-las continuamente ou, se elas falham, substituí-las por outras melhores. A ciência lembra o antropólogo britânico Robin Dunbar, “é um processo de retroalimentação, ela aprende a partir de seus próprios erros”. Seu comportamento, continua o autor citado, “é darwiniano, no sentido de que apenas as teorias bem sucedidas sobrevivem”.
A teoria da evolução sobreviveu a todos os testes a que foi submetida desde sua origem. Com a incorporação dos conhecimentos advindos da genética, ela atingiu ‘a maioridade científica’ e continua a iluminar os caminhos de investigação do mundo vivo. Como disse o geneticista russo, naturalizado americano, Theodosius Dobzhansky (1900-1975): “Sem essa luz, a biologia se torna uma miscelânea de fatos – alguns deles interessantes ou curiosos, mas desprovidos de significado quando considerados em conjunto”.

Jose Amabis (USP) & Blanche Bitner-Mathe (UFRJ)
Fonte: Instituto Ciência Hoje & JB: www.cienciahoje.org.br

09 Julho 2009

Abertura do Seminário do SNC em Salvador


Capital da Bahia sedia o primeiro encontro estadual do Sistema Nacional de Cultura
O primeiro seminário estadual do Sistema Nacional de Cultura (SNC) começou nesta
segunda-feira, 6 de julho, em Salvador, com a presença de mais de 420 pessoas,
dentre autoridades, gestores públicos e privados de Cultura, membros dos conselhos
do estado e dos municípios vindos de todas as regiões baianas. O evento abriu a série de encontros que será realizada em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, até o fim de novembro, para apresentar a proposta de estruturação do SNC aos setores públicos e à sociedade civil. “Tenho certeza que esse primeiro seminário iluminará os próximos. Não foi à toa que escolhemos a Bahia para a abertura, temos aqui um conselho estadual atuante, muito bem articulado”, elogiou o ministro da Cultura interino, Alfredo Manevy. A secretária de Articulação Institucional do MinC e coordenadora executiva do Programa Mais Cultura, Silvana Meireles, também reforçou a importância do estado para a Cultura brasileira. “O embrião do Ministério da Cultura veio daqui e, em 1976, aqui foi apresentada a primeira proposta de criação do SNC”, lembrou.
Já o coordenador geral de Relações Federativas e Sociedade do MinC e também coordenador geral do SNC, João Roberto Peixe, afirmou que “até março do ano que vem,
quando o ministério completar 25 anos, queremos ter aprovado todo o arcabouço institucional do Sistema Nacional de Cultura”. “Esse é o momento decisivo da Cultura do Brasil, momento de fortalecimento institucional”, disse o secretário de Cultura da Bahia, Márcio Meirelles. Por sua vez, a presidente do Fórum dos Dirigentes Municipais de Cultura da Bahia, Norma Brida, ressaltou a participação de todos os municípios baianos na construção do SNC. “Nunca na história do estado, o interior esteve tão presente na formulação de políticas públicas culturais como está agora.”
Também estiveram presentes na cerimônia de abertura do seminário, que será realizado
até o dia 7, no Hotel Tropical, a chefe da Representação do Ministério da Cultura no
Nordeste, Tarciana Portela, e o presidente do Conselho Estadual de Cultura, Albino
Rubim.
Seminários Estaduais do SNC - Com duração de dois dias e a participação de
aproximadamente 200 pessoas, cada encontro terá quatro oficinas, nas quais os
palestrantes informarão as propostas do MinC, experiências exitosas e casos práticos
das políticas que buscam atender os princípios do SNC. Essas informações darão
subsídios aos gestores estaduais e municipais, e membros dos conselhos de cultura
para implantarem as bases locais para o desenvolvimento do SNC.

Microprojetos Mais Cultura

Na abertura do seminário, a secretária Silvana Meireles e o secretário Márcio
Meirelles firmaram termo de compromisso para lançamento do edital Microprojetos Mais
Cultura no estado. Ao todo, a ação investirá R$ 13,5 milhões nos 11 estados que
integram a região do semiárido – Paraíba, Alagoas, Ceará, Piauí, Bahia, Rio Grande
do Norte, Sergipe, Maranhão, Pernambuco, Minas Gerais e Espírito Santo.
No edital a ser lançado na Bahia serão beneficiados 281 municípios do semiárido
baiano com recursos de R$ 3,06 milhões. O objetivo é promover a diversidade cultural
por meio do fomento e incentivo aos artistas, grupos artísticos independentes e
pequenos produtores culturais. As iniciativas, que receberão de um a 30 salários
mínimos, devem beneficiar jovens de 17 a 29 anos residentes na região.

Saiba mais sobre o SNC

A base institucional do Sistema Nacional de Cultura há muito vêm sendo construída em
todas as instâncias federativas. Órgãos específicos para gestão da política
cultural, Conselhos de Política Cultural, Fundos de Financiamento da Cultura e
Sistemas Setoriais (museus, bibliotecas, informação, entre outros) foram criados;
Conferências de Cultura foram realizadas; e Planos de Cultura elaborados e em
tramitação nos Legislativos. Todavia, essas iniciativas não foram articuladas dentro de uma estratégia comum, especialmente, no que trata da inter-relação entre os componentes do SNC, seja no âmbito de cada ente federado, seja entre eles. Atualmente, um dos grandes desafios do MinC é construir essas articulações onde elas inexistem, a exemplo dos subsistemas setoriais com o SNC, e reestruturar as instâncias pré-existentes, especialmente os conselhos constituídos em outro contexto político e que não atendem aos critérios previstos no SNC.

Mais informações: blogs.cultura.gov.br/snc.
(Cassiano Sampaio, SAI/MinC)

Publicado por tatianasottili
Categoria(s): Notícias do MinC, O dia-a-dia da Cultura
Tags: Alfredo Manevy, edital microprojetos mais cultura, primeiro seminário do SNC,
Roberto Peixe, semiárido baiano, Silvana Meireles, Sistema Nacional de Cultura, SNC

Antropologia Brasileira Existe?


Fala-se em Antropologia no Brasil; em uma Antropologia do Brasil; mas há uma Antropologia Brasileira? Autores como Nina Rodrigues, Euclides da Cunha, Roquette-Pinto, Arthur Ramos, Gilberto Freyre, Darcy Ribeiro, etc., podem ser considerados as bases da inteligência antropológica brasileira?
Entretanto, onde se ensina a história da Antropologia Brasileira? Nossos estudantes logo cedo conhecem as idéias dos antropólogos norte-americanos, europeus, e alhures, mas pouco, ou nada, conhecem da história da antropologia brasileira, ou latino-americana. Na era da fragmentação, do pensamento fraturado, não existe mais antropologias nacionais? Todas serão desconstruidas e relegadas a um plano anedótico, dos 'antropólogos' que ousaram pensar seu próprio País? As 'antropologias nacionais' vão parar no grande museu antropológico do futuro?
O certo é que não se pensa mais o Brasil, o País... os antropólogos atuais se formam pesquisando 'exaustivamente', em minucias, 'densamente', o local, o étnico, o micro-sociológico... Pois, pensar a totalidade, o nacional, o universal, virou tabu; ou algo espúrio, considerado vestígios do totalitarismo, do imperialismo, da megalomania teórica do século XIX, das 'grandes narrativas' suspeitas...
As idéias sobre a mestiçagem, o sincretismo, o hibridismo, fusão cultural, interculturalismo, etc., foram abandonadas pela moda etnicista obsecada pela fragmentação, pelo detalhe, pelos 0,00001% de diferença cultural, de 'traços diacríticos' ínfimos e infinitesimais... Foi entronizado o multiculturalismo, enfim! Todavia, como indica a psicanálise, trata-se aí, mais uma vez, do velho 'narcisismo das pequenas diferenças' envernizado pela moda pós-modernista da 'diferença' a qualquer preço: no mercado global do vasto museu planetário das grandes novidades. Tudo isso num mundo em processo veloz de transformações, no qual a própria idéia de identidade é questionada (isso há mais de duas décadas); mas os antropólogos passadistas e etnicistas preferem viver submetidos aos fantasmas do passado, cultivando aquilo que já oprimiu por muito tempo a mente dos vivos...
Que curioso avatar! Essa é miséria da antropologia contemporânea, sua pandemia atual... A crise do futuro nos conduz a doença crônica da nostalgia do passado: Ah! Como erámos felizes, mas não sabíamos! Os antropologistas de hoje, querem nos fazer crer que erámos realmente felizes! Saudosa maloca, maloca querida!
O que essa dificuldade de pensar o presente, o porvir e o vir-a-ser quer nos indicar? O que essa mentalidade anti-modernista, anti-futurista, tem a nos dizer do que nos tornamos? Não se trata de admirar a-criticamente o presente ou o futuro, se trata de enfrentá-lo com lucidez: 'só nos resta a lucidez implacável'; dizia Grippo.
Parece que a queda da força reflexiva, a dificuldade de enfrentar os desafios de nossa época, está na base dessa impotência do pensamento. Diante do 'esse aí é o mundo melhor possível' nos calamos para outras possibilidades e a imaginação política e sociológica definha, num nostalgismo preservacionista de um arcaico simulado. Passado fetichizado, alteridade fabricada por antropologistas de classe média, ávidos por ver o 'outro' ao vivo, nem que seja só para satisfazer sua curiosidade exoticista... É isso que podemos designar de 'etnocentrismo as avessas', isto é, provo que não sou etnocêntrico, criando 'outros', para satisfazer a minha fantasia de compaixão pelos 'outros'... Alteridade ajustada, domesticada por uma fantasiação ingenua, pseudo-inocente. Como encontrar inocência suficiente para fantasiar alteridades autenticas? Um exemplo disso: jovens com adoração pelas 'raízes culturais'; estilos roots, 100% raíz, etc. Como jovens podem amar o que não viveram? O que é isso: amar o passado que não se viveu?

06 Julho 2009

ANTROPOLOGIA DO ANTROPOLOGISMO ETNICISTA

Subsídios para Reflexões Críticas sobre o Fenômeno da Apologia Antropologista do Conceito de Etnia no Século XXI: o que é isso 'emergência étnica'?

Na próxima sexta feira, dia dez de julho, o mestrando Cyro Holando de
Almeida Lins, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social
(PPGAS/UFRN), apresentará a dissertação "O zambê é nossa cultura: o coco
de zambê e a emergência étnica em Sibaúma, Tibau do Sul - RN”
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Julie Antoinette Cavignac (PPGAS-UFRN) - Orientadora.
Prof. Dr. Maria Rosário de Carvalho (PPGAS-UFBA) - Examinadora Externa.
Prof. Dr. Edmundo Marcelo Mendes Pereira (PPGAS-UFRN) - Examinador Interno.
LOCAL: Auditório A / Napp / CCHLA - UFRN DATA: 10/07/2009 HORÁRIO: 14h30min

RESUMO. O coco de zambê é uma dança cuja origem é creditada aos antigos escravos que habitavam a região litorânea do Rio Grande do Norte. O zambê aparece de forma intensa nas narrativas relacionadas ao passado e ao presente de Sibaúma, comunidade quilombola localizada no litoral sul do estado, tornando-se um elemento indicativo de
pertencimento étnico, ligado a ancestralidade negra local. O grupo é reconhecido como “remanescente de quilombo”, e passa pelo processo de regularização territorial. O coco de zambê é apresentado como uma espécie de “atestado” de ancestralidade do grupo; além disso, depois de um longo período de abandono, a dança passa a ser “revitalizada” e instrumentalizada por uma parte do grupo paralelamente às reivindicações pelo reconhecimento quilombola. Neste processo vários atores encontram-se imbricados: ONG's, órgãos estatais de fomento à cultura, representantes dos poderes públicos e lideranças locais. Me interessa, aqui, compreender de que modo ocorre este processo de revitalização do zambê em Sibaúma: como uma “brincadeira” dos antigos se torna, entre outras coisas, uma "referencia cultural" e um meio de mobilização política em torno de seu reconhecimento.

Comentários Críticos sobre o Conceito de Etnia na Atualidade.

Consulte:
1. ANTROPOLOGISMO UNIVERSITÁRIO: FUNDAMENTALISMO ÉTNICO, NEO-RACISMO, ANTI-MODERNISMO
Reflexões sobre Re-territorializações Neo-conservadoras na Atualidade.
http://gpeculturais.blogspot.com/2009_04_01_archive.html
2. MISÉRIA DA ANTROPOLOGIA: I. O ANTROPOLOGISMO UNIVERSITÁRIO
http://gpeculturais.blogspot.com/2009/04/para-uma-antropologia-da-antropologia.html

02 Julho 2009

CONGRES DU CTHS : PAYSAGES



Le comité des travaux historiques et scientifiques
organise son 135e congrès du 6 au 11 avril 2010
à la Faculté des lettres et sciences humaines de l’université de Neuchâtel (Suisse)
sur le thème général :

« Paysages »

Trait d’union entre la recherche universitaire, institutionnelle et bénévole, cette manifestation scientifique, lieu de rencontre privilégié des membres des sociétés savantes, est également ouverte aux universitaires, aux élèves des grandes écoles et aux membres des centres de recherche. Pluridisciplinaire (réunissant histoire, archéologie, géographie, linguistique), elle est organisée cette année sous la présidence de la section « Anthropologie sociale, ethnologie et langues régionales ». Pour engager cette réflexion sur le paysage, le CTHS propose six grandes problématiques : les mots et le langage, les représentations, les identités et le patrimoine, la production et le vécu, l’eau, l’urbain, les religions.

Le programme complet de l’appel à communication est consultable sur le site : www.cths.fr

Vous pouvez vous inscrire en ligne pour présenter une communication jusqu’au 1er novembre 2009
ou, comme auditeur, jusqu'au 1er avril 2010.

ETHNO-INFO.
Ni forum, ni publication d'annonces officielles,
cette liste s'efforce de diffuser des informations utiles concernant
l'Anthropologie et la recherche en Sciences Sociales.
Pour vous désabonner, envoyez un message à blanc@ehess.fr
Site info ethno : www.ethno-info.com

Dominique BLANC
Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales
LISST - CENTRE D'ANTHROPOLOGIE SOCIALE
UTM - Maison de la Recherche - 31058 Toulouse
blanc@ehess.fr - www.dominiqueblanc.com

29 Junho 2009

EDITAIS MINC 2009


1. Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural - Edital nº 2/2009
Para viagens em setembro, inscrições até 30 de junho
2. Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia
Inscrições até 26 de junho
3. Programa de Extensão Universitária - PROEXT/2009
Inscrições até 3 de julho
4. Edital BRGAMES - Programa de Fomento à Produção e Exportação do Jogo Eletrônico Brasileiro
Inscrições até 25 de junho
5. EDITAL DE SELEÇÃO PARA PONTOS DE CULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Inscrição até 24 de agosto
6. Edital Microprojetos Mais Cultura Minas Gerais
Inscrições até 7 de agosto
7. Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua 2009
Inscrições até 7 de agosto
8. Edital de Seleção de Pontos de Cultura em Mato Grosso
Inscrições até 10 de julho
9. Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo
Inscrições prorrogadas até 10 de julho
10. Edital Prêmio Cultural Loucos pela Diversidade
Inscrições até 13 de julho
11. Edital Arte e Patrimônio 2009
Inscrições até 10 de julho
12. Prêmio Adicional de Renda 2009
Inscrições até 13 de julho
13. Programa Memória do Mundo da UNESCO - MOW
Inscrições até 30 de junho
14. Prêmio Viva Leitura 2009
Inscrições até 24 de julho

Acessar: http://www.cultura.gov.br/site/categoria/editais-ministerio-da-cultura/

21 Junho 2009

Premio Internazionale UTOPIE CALABRESI


O Premio Internazionale UTOPIE CALABRESI inspira-se nos valores do Humanismo, entendendo-se por isso “tudo o que é digno do homem e o torna civilizado, elevando-o acima da barbarie”. Este “selo” foi criado com o objetivo de premiar os blogs que promovem conhecimento livre, cultura e arte, tolerância e aceitação da diferença, amizade e solidariedade entre os povos. Quem recebe o Premio Internazionale UTOPIE CALABRESI e o aceita deve:
- visitar o blog UTOPIE CALABRESI, http://utopiecalabresi.blogspot.com/, clicar na imagem do prémio colocada na homepage e deixar um comentário sobre o Humanismo;
- escolher 5 outros blogs a quem entregar o prémio;
- linkar o blog pelo qual recebeu;
- exibir a distinta imagem.

15 Junho 2009

PATAFÍSICA - CIÊNCIA DAS SOLUÇÕES IMAGINÁRIAS


Alfred Jarry (Laval, 8 de Setembro de 1873 - Paris, 1 de Novembro de 1907) foi um patafísico, poeta, romancista e dramaturgo francês.

PATAFÍSICA


A 'patafísica, definida como a "ciência das soluções imaginárias e das leis que regulam as exceções," [1] foi criada pelo dramaturgo francês Alfred Jarry, escritor, morto em 1907, autor de obras como Ubu Rei e Dr Faustroll. Frequentemente se expressa através de uma linguagem aparentemente nonsense, resultando em um modo pessoal e anárquica de explicar o absurdo da existência. [2]. A 'patafísica teria por missão explorar os campos negligenciados pela física e metafísica. O grupo tinha um pai espiritual e reunia o barão Mollet (amigo de Jarry e de Guillaume Apollinaire), Michel Leiris, Eugène Ionesco, Pascal Pia, Jacques Prévert.

Doctor Faustroll
Doctor Faustroll (French: Docteur Faustroll) is a fictional character created by Alfred Jarry. Doctor Faustroll was born in Circassia in 1898 at the age of 63 and dead at the same age and the same year. The character debuts in the 1911 novel Exploits and Opinions of Dr. Faustroll, pataphysician. He is the curator of the Collège de ’Pataphysique.
Wise and well-read, of which his library is a witness, Faustroll, suddenly expulsed from his home by a huissier, begins in 1898, accompanied by his monkey Bosse-de-Nage, un trip « de Paris à Paris par mer », which leads him to his death, near the Grande Nef Mour-de-Zencle. Projected into « eternity », he telepathically communicates numerous rules concerning the weather, the sun, space with Lord Kelvin. Eventually, he calculates the surface de Dieu, and concludes that « La Pataphysique equals science... ».

http://www.drfaustroll.blogspot.com/
http://www.artandpopularculture.com/Alfred_Jarry



Ubu Roi
Ubu Roi (King Ubu) is a play developed by Alfred Jarry. It was premiered on December 10 1896, and is widely acknowledged as a theatrical precursor to the Absurdist, Dada and Surrealist art movements. It is the first of three plays written throughout Jarry's life that satirize European philosophies, and their sometimes ludicrous practices. The two following plays were Ubu Cocu (Ubu Cuckolded) and Ubu Enchaîné (Ubu Enchained), neither of which were performed in Jarry's lifetime.

10 Junho 2009

RIO DE JANEIRO SEDIARÁ EM 2013 A CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE MUSEUS


Foi decidida hoje na sede da Unesco, em Paris, a favor do Rio de Janeiro, a disputa entre as cidades candidatas a sediar a 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus (ICOM), que se realizará em junho de 2013. As propostas de Milão, Moscou e Rio de Janeiro foram apresentadas e apreciadas pelos representantes dos 170 Comitês Nacionais e 30 Comitês Internacionais de Estudos do ICOM. Com o tema {Museus (memória + criatividade = mudança social)}, o Rio de Janeiro venceu a eleição com 53,2% dos votos, contra os 32,1% de Milão e os 14,7% de Moscou. O Conselho Internacional de Museus é a organização internacional dos museus e profissionais de museus, que se dedica à conservação, preservação e comunicação à sociedade do patrimônio natural e cultural, tangível e intangível[i]. Criado em 1946, mantém relações formais com a UNESCO, e tem status consultivo junto ao Conselho Social e Econômico das Nações Unidas. Os preparativos para a Conferência Geral de 2013 começarão este ano, dando prosseguimento ao trabalho realizado desde 2007 pelo comitê da candidatura, que é composto por profissionais da área de museus, coordenados pelo Comitê Brasileiro do ICOM e pelo Instituto Brasileiro de Museus. O evento trienal reunirá mais de 4 mil profissionais de museus de todo o mundo. Sua realização no Brasil se reveste de uma importância especial, tendo em vista que a Conferência Geral do ICOM só foi realizada na América Latina uma única vez, na cidade de Buenos Aires, em 1986. A próxima Conferência será realizada em Xangai, em 2010, quando o Brasil receberá a bandeira do Conselho, simbolizando seu status de nova sede. A candidatura do Rio de Janeiro contou com o apoio formal do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, e teve a colaboração dos Ministérios do Turismo e do Ministério das Relações Exteriores. A decisão a favor do Brasil na escolha da cidade-sede da Conferência Geral do ICOM é resultado da Política Nacional de Museus, que vem sendo implementada pelo Ministério da Cultura desde 2003, com apoio de todo o setor museológico brasileiro. Essa decisão indica ainda a visibilidade e o papel de liderança que o campo museológico brasileiro vem assumindo no plano internacional. A delegação brasileira em Paris foi composta pelo Comitê Brasileiro do ICOM, representado por Carlos Roberto Brandão (Presidente), Maria Ignez Mantovani (Diretora) e Maurício Cândido da Silva (Tesoureiro), pelo Instituto Brasileiro de Museus, representado por José do Nascimento Junior (Presidente), Claudia Storino (Assessora da Presidência), Rose Moreira de Miranda (Coordenadora Geral de Sistemas de Informação Museal) e Magaly Cabral (Diretora do Museu da República), e por Antônio Ricarte, Conselheiro da Representação Permanente do Brasil na Unesco.

[i] Para mais informações sobre o ICOM, consulte http//icom.museum

08 Junho 2009

PÁTRIA MADRASTA VIL


ALUNA BRASILEIRA DE DIREITO GANHA CONCURSO MUN DIAL DE REDAÇÃO

PÁTRIA MADRASTA VIL

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência... Exagero de escassez... Contraditórios? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL... Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade. O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições. Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil. A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica. E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição! É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem! A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão. Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso? Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil. Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos... Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?
Clarice Zeitel Vianna Silva, 26 anos, estudante de direito, dançarina do Caldeirão do Huck.
VENCE CONCURSO MUNDIAL DE REDAÇÃO.
Imperdível para amantes da língua portuguesa, e claro também para professores.
Isso é o que eu chamo de jeito mágico de juntar palavras simples para formar belas frases.
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Tema:' Como vencer a pobreza e a desigualdade'. Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro/RJ
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre ' Como vencer a pobreza e a desigualdade'.
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.

04 Junho 2009

Iphan, MinC, MEC e MTE - Edital Extensão Universitária


O termo de cooperação técnica entre Iphan e ministérios da Cultura, da Educação e do Trabalho para desenvolvimento do Programa de Apoio à Extensão Universitária - ProExt 2009 foi assinado dia 26 de maio, em Cachoeira, durante evento de entrega à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia de prédios históricos restaurados pelo Programa Monumenta/Iphan.

Pela primeira vez, o Iphan participa do ProExt e, em parceira com a Secretaria de Ensino Superior - SESU e Ministério da Educação - MEC, vai disponibilizar R$ 1 milhão para investimento na criação e desenvolvimento de programas e projetos de extensão universitária voltados ao Patrimônio Cultural.
Poderão apresentar propostas ao ProExt 2009, Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), incluídos os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFET) com cursos de nível superior, e instituições estaduais de ensino superior.
Os programas e projetos deverão se enquadrar em uma das seguintes linhas temáticas: educação, desenvolvimento social e saúde; gestão cultural, economia da cultura, arte e literatura; preservação do patrimônio cultural brasileiro; trabalho, emprego e incubação de empreendimentos econômicos solidários.
No que se refere ao patrimônio cultural, os programas e projetos deverão enfocar um dos seguintes subtemas:
- mapeamento do patrimônio cultural brasileiro, material e imaterial, articulado com as metodologias utilizadas pelo Iphan - o Inventário Nacional de Referência Cultural - INRC para os bens de natureza imaterial; e o Sistema Nacional de Conhecimento e Gestão do Patrimônio Material - SIGC para os bens de natureza material;
- pesquisa, produção de registros e arquivos, digitalização, restauros, e disponibilização de registros e arquivos de relevância histórica e cultural e produção de material de referência, incluindo produção de conteúdo audiovisual e mídias alternativas;
- desenvolvimento de projetos de restauro e conservação do patrimônio cultural com destinação para uso e/ou planos de gestão, demonstrando a viabilidade econômica e social;
- desenvolvimento de projetos de socialização de sítios arqueológicos existentes com destinação de uso e/ou planos de gestão demonstrando viabilidade econômica e social;
- economia da cultura, com ênfase na preservação e apropriação do patrimônio através de empreendimentos preferencialmente autogestionários.
Criado em 2003, o ProExt objetiva apoiar instituições públicas de ensino superior no desenvolvimento de programas ou projetos de extensão que contribuam para a implementação de políticas públicas, que venham fortalecer a institucionalização da extensão no âmbito das instituições federais e estaduais de ensino superior.

Objetivos

O Proext 2009 visa dotar as instituições federais e estaduais de ensino superior de melhores condições de gestão de suas atividades acadêmicas de extensão; apoiar as instituições no desenvolvimento de programas e projetos de extensão, que contribuam para a implementação de políticas públicas; potencializar e ampliar os patamares de qualidade das ações propostas, projetando a natureza das mesmas e a missão das instituições de ensino superior públicas; estimular o desenvolvimento social e o espírito crítico dos estudantes, bem como, a atuação profissional pautada na cidadania e na função social da educação superior; contribuir para a melhoria da qualidade de educação brasileira por meio do contato direto dos estudantes com realidades concretas e da troca de saberes acadêmicos e populares.

Edital

O Edital 6/2009 - Proext 2009 é regido pela Lei no 6.974, de 12 de agosto de 2008, pelo Decreto no 6.170, de 2007, pelas Portarias Interministeriais nos 127, 342, 404, de 2008, pelo Decreto no 6.495, de 2008 e as demais normas que regulam o programa. O edital foi publicado no Dário Oficial da União, dia 26/05/2009, seção 3, página 35:

Inscrição até 03/07/2009

As propostas deverão ser elaboradas via Internet pelo SIGPROJ, no endereço http://sigproj.mec.gov.br/ a partir da data de publicação do edital.
O Proext 2009 tem vigência até 31/12/2010, sendo que o prazo de execução dos programas e projetos será de, no máximo, 15 meses a contar da data de liberação dos recursos.
O limite de recursos para os programas é de R$ 100 mil e, para os projetos, R$ 30 mil.

Mais informações:
Assessoria de Comunicação Iphan / Monumenta
Fones: (61) 3326-8907 / 3326-6864 / 3414-6180 / 3414-6194
sistema.nacional@iphan.gov.br
www.iphan.gov.br

02 Junho 2009

Programa BNB/BNDES Cultura - 2010



Apresentação

O Programa BNB de Cultura foi criado pelo Banco do Nordeste em 2005, com o objetivo de democratizar o acesso aos recursos disponíveis para financiamento de ações culturais, desenvolvidas em benefício da Região Nordeste, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo, sua área de atuação. Durante suas cinco edições foram patrocinados 873 projetos, beneficiando diretamente 437 municípios.
O Programa BNB de Cultura vem priorizando a cultura do Nordeste e a do norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, considerando que estão inseridas na cultura brasileira e universal. De acordo com as políticas do Governo Federal para a cultura, o programa está focado na facilitação do acesso da comunidade aos bens culturais, na formação de novas platéias e de cidadãos críticos e conscientes, na ampliação e na democratização das oportunidades de criação, circulação e fruição dos bens culturais, bem como na promoção e proteção da diversidade das expressões culturais.

O PROGRAMA BNB DE CULTURA – EDIÇÃO 2010 – PARCERIA BNDES patrocinará com recursos do BNB e BNDES projetos inscritos nas áreas de MÚSICA, LITERATURA, ARTES CÊNICAS, ARTES VISUAIS, AUDIOVISUAL e ÁREA DE ARTES INTEGRADAS OU NÃO ESPECÍFICAS.

Seleção de Projetos

Para seleção dos projetos habilitados a serem contemplados pelo PROGRAMA BNB DE CULTURA – EDIÇÃO 2010 – PARCERIA BNDES, serão considerados os seguintes critérios:
1. Qualidade técnica e/ou artística;
2. Atendimento de interesse da comunidade;
3. Ações e investimentos dos recursos financeiros voltados prioritariamente para municípios da área de atuação do BNB (região Nordeste e norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo), menos providos de atividades culturais;
4. Formação ou aperfeiçoamento profissional;
5. Viabilidade físico-financeira;
6. Condições de sustentabilidade;
7. Ineditismo da proposta; e
8. Potencialidade de consolidação da imagem do BNB e do BNDES junto à sociedade.

ARTES VISUAIS

Na área de Artes Visuais, o PROGRAMA BNB DE CULTURA – EDIÇÃO 2010 – PARCERIA BNDES abrangerá projetos que contemplem o registro gráfico da produção solo ou coletiva, das obras de artistas visuais e artesãos, em todas as formas e gêneros das artes visuais; preservação, conceituação, montagem e guarda de acervos museográficos, focado na memória cultural do Nordeste e do norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo (área de atuação do BNB), além de ações que promovam o acesso democrático a esses bens; projetos que contemplem a publicação de registro da produção, solo ou coletiva, das obras de artistas visuais e artesãos ou da história da arte, em todas as formas e gêneros das artes visuais; realização de exposições coletivas, mostras, seminários, congressos e outros eventos direcionados a categorias de públicos infantil, adulto, da terceira idade, ou pessoas com deficiência, que possibilitem o acesso ao consumo das artes visuais ou que estimulem a formação e o desenvolvimento profissional de artistas das artes visuais (pintores, escultores, xilogravuristas, fotógrafos, etc.). Serão priorizados projetos com temáticas da cultura do Nordeste e do norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo (área de atuação do BNB) que não têm encontrado espaço de inserção nas diversas formas de distribuição e comercialização.
Serão destinados R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais), distribuídos em projetos nas seguintes categorias:
• Mínimo de 17 projetos até R$ 10.000,00, totalizando R$ 170.000,00
• Mínimo de 9 projetos entre 10.000,01 a 20.000,00, totalizando R$ 180.000,00
• Mínimo de 5 projetos de 20.000,01 a 50.000,00, totalizando R$ 250.000,00
• Mínimo de 2 Projetos de 50.000,01 a 100.000,00, totalizando R$ 200.000,00
• Mínimo total de projetos a serem contemplados: 33

30 Maio 2009

EDITAL ARTE & PATRIMÔNIO 2009


O Edital Arte e Patrimônio - 2009 é uma iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, por meio do Paço Imperial, com patrocínio da Petrobras, e integra as ações do programa Brasil Arte Contemporânea do Ministério da Cultura.
Leia Mais:http://www.artepatrimonio.org.br/noticias.php?id_noticia=21

28 Maio 2009

Edição Austregésilo Carrano


SID/MinC e Fiocruz lançam edital do I Prêmio Cultural Loucos pela Diversidade

O Ministério da Cultura, representado pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, em parceria com o Ministério da Saúde, representado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental (LAPS) e a Caixa Econômica Federal (CEF) publicaram no Diário Oficial da União (DOU) o edital do I Prêmio Cultural Loucos pela Diversidade 2009 - Edição Austregésilo Carrano.

O lançamento da premiação foi anunciado na tarde dessa quinta-feira, 21 de maio, na cidade mineira de Betim, no Auditório do Centro Administrativo. O anúncio fez parte do debate Loucura e Cultura da Semana da Luta Antimanicomial realizada na cidade, que neste ano tem como tema ‘Inclusão e Diver-Cidade’. Representando o MinC, participou do evento a coordenadora de Cultura e Saúde, da SID/MinC, Patrícia Dorneles

Serão premiadas 55 iniciativas, divididas entre quatro categorias. A primeira destinará sete prêmios para instituições públicas que atuam na interface Saúde Mental e Cultura; na segunda oito prêmios serão destinados para organizações da sociedade civil, instituições privadas, entidades e associações sem fins lucrativos. A terceira categoria reservará 20 prêmios a grupos de pessoas sem vínculo institucional que tenham ou tenham tido vínculo como usuários de instituições ou serviços de saúde mental que desenvolvam atividades artístico-culturais.

As 20 premiações restantes serão destinadas para pessoas em sofrimento psíquico que tenham ou tiveram vínculo com instituições ou serviços de saúde mental que desenvolvam atividades artístico-culturais individualmente.

Nas categorias em que a premiação será destinada a instituições ou grupos de pessoas o valor será de R$ 15 mil, já para o prêmio individual o repasse será de R$ 7,5 mil. Cada candidato poderá inscrever-se em somente uma categoria e com até três iniciativas artísticas culturais.

Segundo os organizadores, o edital tem como objetivos promover uma nova visão de política cultural e da política de saúde mental onde o respeito à identidade e à diversidade constroem um país mais democrático no sentido de incluir, socializar, descentralizar e potencializar a todos o direito à criação e à produção cultural. E, também, promover e garantir o protagonismo das pessoas em sofrimento psíquico na construção das políticas públicas de cultura, na criação e produção cultural, entre outro que promovam a inclusão, a emancipação, a autonomia e o direito à cidadania de indivíduos em sofrimento psíquico.

O processo que culminou no lançamento da premiação teve início em 2007 quando a SID/MinC e a Fiocruz realizaram a Oficina Loucos pela Diversidade, com o objetivo de construir ações e diretrizes para as políticas públicas de cultura. Além desse edital, a iniciativa resultou em publicação com o mesmo nome, a qual já teve distribuídos mais de três mil exemplares em diversos eventos de âmbito nacional e internacional.

Comunicação SID/MinC