16 junho 2009

Antonio Gramsci


Antonio Gramsci (Ales, 22 de janeiro de 1891 — Roma, 27 de abril de 1937) foi um político, cientista político, comunista e antifascista italiano.

Os 32 Cadernos do Cárcere, de 2.848 páginas, não eram destinados à publicação. Trazem reflexões e anotações do tempo em que Gramsci esteve preso, que começaram a 8 de Fevereiro de 1929 e terminaram em Agosto de 1935, por conta dos seus problemas de saúde. Foi Tatiana Schucht, sua cunhada, que os enumerou, sem todavia levar em conta sua cronologia.

Depois do final da guerra, os Cadernos, revisados por Felice Platone, foram publicados pela editora Einaudi – juntamente com as cartas que, da prisão, escrevia a familiares – em seis volumes, ordenados por temas, com os seguintes títulos:

- Il materialismo storico e la filosofia di Benedetto Croce 1948
- Gli intellettuali e l'organizzazione della cultura 1949
- Il Risorgimento 1949
- Note sul Machiavelli, sulla politica e sullo Stato moderno 1949
- Letteratura e vita nazionale 1950
- Passato e presente 1951.

Foi somente em 1975, graças a Valentino Gerratana, que os Cadernos foram publicados segundo a ordem cronológica em que foram escritos. Também foram recolhidos no mesmo volume todos os artigos de Gramsci nas publicações Avanti!, Grido del popolo e L'Ordine nuovo.

Textos:

ORTIZ, Renato . Notas sobre Gramsci e as Ciências Sociais. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 21, p. 51-57, 2006.
ORTIZ, Renato. Estudos Culturais. Tempo Social, são paulo, v. 16, 2004.
ORTIZ, Renato. As Ciências Sociais e a Cultura. Tempo Social, são paulo, v. 14, 2002.
ORTIZ, Renato. Cultura e Mega Sociedade Mundial. LUA NOVA, são paulo, n. 28, 1993.
ORTIZ, RENATO. A consciência fragmentada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
ORTIZ, Renato . A Morte Branca do Feiticeiro Negro. PETRÓPOLIS: VOZES, 1978.

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